Esta expressão de arte, surgiu com as manifestações religiosas do
Domingo de Ramos.
O texto do evangelho fala-nos da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém:
"Uma grande multidão estendia as suas capas no caminho, enquanto outros cortavam ramos
de árvores e espalhavam-nos pelo caminho." (Mt,21) A D.
(antes)
(depois)
Cecília Ribeiro, é a artesã torreense que os elabora. A palma branca, retirada dos ramos centrais
da palmeira, é a “matéria prima” principal. Tudo o resto é produto das suas mãos e imaginação.
Assim, a palma é trabalhada, fazendo o arranjo principal. Seguidamente, são-lhe colocados os ramos
de flores de papel, que vão tornar o palmito mais colorido. Finalmente, o palmito é embelezado com
trena branca.
Este, é um trabalho conhecido na freguesia e arredores. De salientar que a D. Cecília foi a única artesã
do concelho que participou no desfile e feira de artesanato, integrada nas festas de N. S.ra da Agonia,
em Viana do Castelo, no ano transato.